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sexta-feira, dezembro 3, 2021
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1º Congresso Mineiro Online de Ortopedia e Traumatologia

Ao inovar e se adaptar aos novos tempos de pandemia, a SBOT MINAS dá mais uma vez um passo à frente em sua proposta de levar o conhecimento técnico-científico aos ortopedistas mineiros.
Criatividade e renovação. Essas talvez tenham sido as principais causas do enorme sucesso do 1º Congresso Mineiro Online de Ortopedia e Traumatologia da SBOT
MINAS. “Em virtude do isolamento social decorrente da Covid-19, o tradicional CMOT, em sua vigésima segunda edição esse ano, teve que ser cancelado e criado um novo evento para dar continuidade a um dos principais objetivos da nossa entidade: promover o aprimoramento técnico-científico do ortopedista mineiro”, destaca o presidente
da Regional mineira, Dr. Wagner Lemos, ao observar que “todos nós temos que nos acostumar com os novos tempos e, como sociedade de médicos, teremos que nos reinventar, pois o modo de comunicarmos mudou”. E mudou mesmo. Nesse novo momento, os eventos científicos estão acontecendo virtualmente.

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Dr. André Lourenço: “Podemos dizer que esse novo desenho foi um sucesso”

De acordo com o Dr. André Lourenço, coordenador das mídias sociais da SBOT MINAS, “tivemos que nos reinventarmos mesmo. O 22º CMOT já estava bem avançado e fomos obrigados a cancelá-lo.
Na verdade, adaptá-lo, reduzindo a sua carga horária total com o foco nos temas de maior relevância e interesse das determinadas áreas da Ortopedia. Organizamos a programação
em duas semanas consecutivas, em horário não comercial, para que os participantes pudessem exercer suas atividades habituais diárias e, ainda, participar do Congresso. Reduzimos também o número de palestrantes e temas discutidos, tendo em vista o formato online.

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Dr. Wagner Lemos: “Todos nós temos que nos acostumar com os novos tempos e, como sociedade de médicos, teremos que nos reinventar”

Podemos dizer que esse novo desenho foi um sucesso. A participação foi muita boa, superior aos eventos presenciais prévios. Tivemos quase 6.000 inscritos e uma média de 2.500 pessoas assistindo às palestras”.
O 22º Congresso Mineiro de Ortopedia e Traumatologia estava marcado para 13 a 15 de agosto, no espaço de eventos da Unimed–BH. O 1º Congresso Mineiro Online aconteceu em duas etapas: 15 a 18 de junho e 22 a 25 de junho, com duas mesas de discussão por
dia com um coordenador fazendo o link da plateia com o moderador da mesa e com os debatedores.
Acessos – “Sabemos que um Congresso presencial demanda deslocamento, viagem, cancelamento de consultório, de cirurgias e de plantões, o que para muitos inviabiliza a adesão”, observa o Dr. André Lourenço. A vantagem do evento online, com toda a sua comodidade, permitiu maior número de participantes e que ortopedistas sub-especialistas assistissem outras mesas com o objetivo de aprender e enriquecer a discussão. A facilidade
de inscrição e acesso, boa programação – com palestrantes qualificados, e a realização fora do horário comercial também contribuíram para atrair os colegas. Nessa linha, podemos dizer que o 1º Congresso Mineiro Online de Ortopedia e Traumatologia da SBOT MINAS possibilitou também uma maior conectividade com as demais mídias sociais. O Instagram –
sbotminasgerais, e o facebook tiveram um aumento considerável no número de seguidores e interação com o público”.
Para o evento acontecer, informa, a SBOT MINAS investiu na criação de um novo site, mais moderno e funcional para os associados. “A resposta foi muito positiva de todos que utilizaram” enfatiza
o Dr. André Lourenço, ao acrescentar que ao final do evento, foi realizada uma enquete junto aos participantes sobre o novo formato.
“Ainda não há definição sobre como será o próximo Congresso Mineiro, mas iremos levar em consideração a enquete realizada e a opinião dos organizadores e membros da diretoria”.
Entre prós e contras, o saldo foi altamente positivo. Segundo o Dr. André Lourenço, “os temas, nível das discussões e o novo formato foram muito elogiados. Infelizmente, devido ao curto tempo dedicado a cada tema, não foi possível que os participantes enviassem trabalhos de tema livre ou pôster. Também tivemos que reduzir o número de palestrantes, o que acabou deixando de lado pessoas relevantes em suas áreas de atuação”.

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